Trocar de fornecedor ou ajustar o modelo? Sinais de que a parceria atual faliu

Um guia estratégico para donos de empresas e diretores identificarem quando a tecnologia deixou de ser um motor e se tornou um "imposto invisível" que trava o crescimento, com critérios claros para decidir o próximo passo.

O guia de 30 dias para sua nova parceria de TI não virar um telefone sem fio

O contrato está assinado, mas o sucesso do projeto depende das primeiras quatro semanas. Aprenda como alinhar expectativas, definir quem aprova o quê e garantir que a tecnologia entregue lucro, não dor de cabeça.

Como montar uma rotina de acompanhamento que caiba em 30 min por semana

Gestores de áreas de negócio muitas vezes se sentem perdidos entre o excesso de detalhes técnicos e a falta de visibilidade real sobre o progresso de projetos de software. Este artigo apresenta um método prático para retomar o controle da operação tecnológica em apenas 30 minutos semanais, focando no que realmente impacta o resultado financeiro e a experiência do cliente.

Indicadores simples para acompanhar o projeto sem precisar entender de código

Gestores não precisam ler linhas de código para saber se um projeto de software vai bem. Este artigo apresenta métricas de negócio e de fluxo que trazem transparência real sobre o progresso, permitindo uma gestão baseada em evidências e resultados, não em promessas técnicas.

Checklist para iniciar um projeto digital em 90 dias com o parceiro certo

Um checklist prático para sair do zero e colocar um projeto digital em movimento em até 90 dias. Traz critérios claros para escolher o parceiro certo, alinhar expectativas desde o início, evitar os erros que mais geram atraso e organizar uma rotina simples de decisão e validação que protege prazo, orçamento e resultado de negócio.

Como aproximar TI e diretoria: tecnologia falando a linguagem do negócio

Quando TI e diretoria não se entendem, a empresa paga em atraso, retrabalho, prioridades erradas e “projetos que nunca terminam”. A aproximação não depende de termos técnicos, e sim de uma rotina de decisões mais clara: objetivos, critérios, riscos, custo de não fazer e acompanhamento simples. Este artigo organiza as perguntas que a diretoria realmente faz e como a TI pode responder de um jeito que gere confiança.