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Suporte e ajustes: o que combinar para não ficar "na mão" após o lançamento

A armadilha do software "finalizado"

Muitos empresários acreditam que o investimento termina quando o sistema vai para o ar. Na prática, o software é um organismo vivo. Ele interage com novos navegadores, atualizações de celulares e mudanças constantes nas leis brasileiras. 

Ignorar o suporte pós-lançamento cria a chamada "dívida técnica". O sistema começa a acumular pequenos erros que, somados, podem travar a operação e custar muito caro. No Brasil, empresas perdem até 18% de produtividade por falta de processos maduros em tecnologia. 

Guia de tipos de manutenção: onde investir?

Para gerir seu fornecedor ou equipe, você precisa saber que nem toda manutenção é igual. Saber o que pedir evita que você pague apenas para "apagar incêndios".

Manutenção Corretiva: Resolve bugs e falhas imediatas. É essencial, mas se for a única que você faz, sua TI é reativa e perigosa. ● Manutenção Preventiva: É o seu seguro. O técnico antecipa gargalos antes que o sistema caia. É vital para setores que não podem parar, como saúde e finanças. ● Manutenção Adaptativa: O mundo muda. Novos impostos surgem e o Chrome atualiza. Esse ajuste garante que o software continue funcionando no ambiente externo. ● Manutenção Evolutiva: É aqui que mora o lucro. Adiciona novas funções baseadas no que seu cliente pede, mantendo sua empresa competitiva.

O seguro de performance: Entenda o SLA

O Service Level Agreement (SLA) não é apenas tecnês. É o seu contrato de garantias. Sem métricas claras, você fica à mercê da boa vontade do fornecedor. 

Uptime (Disponibilidade): Exija pelo menos 99,9%. Se o sistema cai, você perde vendas e reputação. ● Tempo de Resposta vs. Resolução: Cuidado aqui. O técnico pode responder seu e-mail em 15 minutos (resposta), mas levar 10 horas para consertar o erro (resolução). Combine prazos para os dois. ● Pausa no SLA (Stop SLA): Seja justo. Se a solução depende de uma senha que sua empresa não enviou, o relógio do fornecedor deve parar. Isso gera transparência.

O risco invisível: A posse do código-fonte

Você sabia que, juridicamente, o software pode não ser seu mesmo que você tenha pago por ele? Se o contrato não prevê a "cessão de direitos patrimoniais", você fica refém do desenvolvedor. 

Para não ficar "na mão", garanta que: ● Sua empresa é a dona oficial do código-fonte e de todos os diagramas técnicos.  ● O fornecedor deve entregar o código atualizado periodicamente.  ● Você tem liberdade para trocar de parceiro sem ter que reconstruir o sistema do zero. 

Checklist mensal: O que auditar na sua tecnologia

Todo mês, peça um relatório simples. Não aceite explicações genéricas. Verifique:

Gestão de Patches: Todos os sistemas e servidores foram atualizados contra hackers? ● O "Test Restore": Não basta ter backup; ele precisa funcionar. Peça para recuperarem um arquivo aleatório para provar que os dados estão seguros. ● Auditoria de Acessos: Funcionários que saíram da empresa ainda têm acesso ao sistema? Remova-os imediatamente. ● Saúde do Hardware: Há alertas de discos cheios ou lentidão nos servidores? Antecipe a troca.

Tecnologia sem dor de cabeça

Ter um parceiro que entende do seu negócio é tão importante quanto o código bem escrito. Muitas empresas sofrem porque o TI fala uma língua e a diretoria fala outra.

A CodeOn nasceu em São Caetano do Sul com a missão de acabar com essa barreira. Trabalhamos como uma extensão estratégica da sua empresa, garantindo que seu sistema evolua enquanto você foca em vender mais. Se você sente que sua tecnologia está estagnada ou quer um diagnóstico real sobre o suporte que recebe hoje, vamos conversar. Um olhar especializado pode salvar meses de retrabalho.